Nós, as meninas do CQConect Brasil não podiamos deixar de Parabenizar essa pessoa gigante chamada Rafinha Bastos. Desejamos à você nesse dia tão especial muitas felicidades, saúde e tudo de bom pra você, que Deus te ilumine sempre.
Aqui vai uma pequena homenagem nossa pra você...
Nós adoramos você.
Um grande beijo da Amanda Santos, Amanda Trindade, Clara Laface, Michelli Lima e Patrícia Santos
Danilo Gentilli foi o represente do "CQC" incubido de subir ao palco para receber o Prêmio Extra de Melhor Humorístico. "Obrigado pelo voto. Ano passado a gente não ganhou, achei que a gente não ia ganhar de novo, estava até comendo macarrão", brincou o comediante, que estava acompanhado pelo câmera do programa, gravando tudo para ser exibido na próxima segunda-feira.
Estreia — 17/03/2008. Diretor — Diego Barredo. Equipe — Marcelo Tas, Rafinha Bastos e Marco Luque ficam na bancada, apresentando a atração. E Rafael Cortez, Danilo Gentili, Felipe Andreoli, Oscar Filho e Mônica Iozzi fazem as reportagens nas ruas. Você sabia? — O formato original do “CQC” é argentino, e surgiu em 1995. Existem versões no Chile, na Itália e na Espanha. Por aqui, o programa tinha apenas sete integrantes. Em setembro deste ano, no entanto, Mônica Iozzi desbancou milhares de inscritos e foi escolhida a oitava integrante da atração. Concorreu ao Prêmio Extra com — “A grande família”, “Casseta & Planeta, urgente!”, “Pânico na TV”, “Show do Tom” e “Zorra total”.
Oscar Filho : "CQC mexe com o intelecto das pessoas"
Oscar Filho foi categórico ao desqualificar qualquer comparação entre o CQC e o Pânico na TV. Para o humorista, seu programa mexe mais com o intelecto da pessoa e tem mais qualidade que o concorrente da Rede TV!.
"Não há comparação. São duas coisas completamente distintas. No CQC os integrantes não são alvos de experimentações físicas como andar em brasa quente, não levamos bêbados pra casa, não tem gostosas rebolando pra câmera. Tentamos fazer o público pensar com a cabeça de cima. Acho que isso está claro, não? Não assisto ao Pânico porque geralmente estou fazendo algo interessante no momento", disse.
Ele falou também como é sua vida fora do programa e a relação com os fãs. "As mulheres querem saber se o Rafael Cortez é gay, se o Marco Luque é daquele jeito mesmo... Elas também mandam abraços para o careca", conta ele, se referindo ao apresentador Marcelo Tas.
Entre as reportagens que marcaram a carreira de Oscar, está uma entrevista com o cineasta Hector Babenco, feita em março do ano passado. A confusão aconteceu no Teatro Eva Herz, em São Paulo. Oscar Filho provocou Babenco por causa de uma declaração do cineasta de que não existe nenhum ator brasileiro à altura do mexicano Gael García Bernal. Depois, ele aproveitou para perguntar a Babenco o que ele sentiria se dissessem que não existe nenhum diretor à altura de Fernando Meirelles. Irritado, Babenco chamou o repórter de "bolha" e bateu com uma revista no rosto de Oscar. "Perguntei algo que o Hector não gostou e ele precisou usar a mão dele para responder", minimiza.
Estamos no segundo ano do CQC. Que balanço que você faz do programa? Como você vê a entrada da Mônica Iozzi no grupo? O programa se consolidou. As pessoas sabem muito mais a que o programa se propõe. A entrada da Mônica Iozzi é ótima. Outro dia mesmo entrei no camarim e vi a Mônica se maquiando. Achei aquilo estranho porque estava acostumado em entrar no camarim e ver o Rafael Cortez se maquiando...
Como vocês são recebidos nas pautas? Existe alguma resistência por parte das celebridades ou dos políticos que vocês entrevistam? Pelas celebridades sou bem recebido, não sei os outros. Vivemos numa época que aparecer é o que se tem de fazer, não importa como. Portanto, a maioria dos famosos faz ou responde coisas absurdas só pra estar in. Já alguns políticos perceberam que o melhor é se aliar, não fugir. Percebi isso quando o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, no ano passado, sequer nos dava bola. No dia do lançamento de sua candidatura, me ofereceu sorvete e andou abraçado comigo por um longo caminho. Foi a primeira vez que ele fez isso no CQC. A partir daí está sempre sorridente. O mesmo está acontecendo com o governador José Serra. As eleições são ano que vem, né?
Durante a festa de lançamento do programa Zero Bala, Otávio Mesquita brincou, agradecendo a presença do Pânico na TV!. Como você encara essas comparações? Você assiste à produção da RedeTV!? Não há comparação. São duas coisas completamente distintas. No CQC os integrantes não são alvos de experimentações físicas como andar em brasa quente, não levamos bêbados pra casa, não tem gostosas rebolando pra câmera. Tentamos fazer o público pensar com a cabeça de cima. Acho que isso está claro, não? Não assisto ao Pânico porque geralmente estou fazendo algo interessante no momento.
Ser famoso atrapalha na hora de abordar pessoas que, como vocês, também são conhecidas do grande público? Agora ajuda. No início era um "quem é você dando uma de espertinho?". Hoje em dia a pessoa reconhece e sabe que vai vir algo interessante e que vai fazê-la pensar um pouco. Os bons artistas estão cansados de responder perguntas como: "O que tá achando do evento?". Ou "Está feliz por estar esperando um bebê?" e ainda "O que achou do seu casamento?".
Além de repórter, você também é ator. Isso ajuda nas pautas do CQC? Ajuda muito. Principalmente quando preciso entrevistar alguém que não tenho a mínima vontade de entrevistar. Vou e faço cara de "tô gostando para caramba", graças aos meus dotes das artes cênicas.
Repórter, ator, escritor, roteirista. Com um currículo vasto, Marcelo Tas ganhou notoriedade desde os anos 1980, quando era o repórter fictício Ernesto Varela, e a mantém hoje, à frente do programa "CQC", na Band. Em entrevista ao Magazine, ele conta sobre seu mais recente livro - lançado esta semana na capital mineira -, criado a partir de frases do presidente Lula, jornalismo, humor e o momento atual da TV brasileira
fabiano chaves
Como surgiu a iniciativa em criar uma obra a partir de frases do presidente Lula? Partiu da editora Panda, que me jogou na mão uma pesquisa que eles já haviam feito e perguntaram se isso dava um livro. Dormi com essa ideia algumas semanas e não quis produzir um livro simplesmente de frases estapafúrdias do presidente, não me agradava fazer isso com as bobagens que o Lula fala. Achava isso uma coisa muito óbvia. Aí, acabou me dando um clique que o presidente, ao longo de todos estes anos no poder, mudou radicalmente aquela postura que tinha, de um homem que nunca teve diploma, por um cara que é PhD em tudo. Fala de perfuração de águas profundas, desmatamento, Corinthians, ele sabe tudo de tudo. E foi aí que me deu esse clique de dividir um livro em capítulos, com cada um deles sendo uma profissão assumida pelo Lula: o filósofo, advogado, técnico de futebol, comediante de stand up, e por aí vai.
Dentre as tantas frases do presidente que o livro aborda, alguma preferência pessoal? Tem uma que é imbatível. "Minha mãe era uma mulher que nasceu analfabeta". Essa é difícil de superar. Como é que pode né... Todos nós tivemos uma mãe que nasceu não só analfabeta, mas pelada, desdentada, e tudo. A mãe do presidente tem mesmo que ser mais analfabeta que a nossa (risos).
Como você enxerga o personagem Lula, sua postura e opiniões, a ponto de se criar uma obra? Aí entra a virtude do Lula. Ele é um grande comunicador, como poucos. É um bicho muito raro. Um político com carisma, que é uma coisa quase em extinção. Já tivemos Jânio Quadros, Getúlio, presidentes, principalmente, com uma grande aura de carisma, o que não acontecia com Fernando Henrique Cardoso, Itamar Franco. Então, temos que reconhecer que é um puta de um comunicador. E ele tem outra característica explosiva que é transformar qualquer assunto complexo em arroz com feijão, mesmo que ele erre tudo. Aliás, quando ele erra tudo, às vezes é aí que prestamos atenção. Então, ele não tem medo de errar. É meio Dadá Maravilha, aquele centroavante que é artilheiro e você não sabe como. Ele não tem medo de chutar uma bola na arquibancada e outra para fazer um gol de placa.
Desde a época do Varella, você criou um jeito próprio de fazer jornalismo. Há diferenças e quais seriam elas? A diferença é que no Varella e no "CQC" também, a chave é jornalismo e humor. Igualmente privilegiados. Sempre procurei trabalhar o humor com a mesma seriedade que trabalho o jornalismo. Eu vejo, às vezes, muitos jornalistas que fazem coisas engraçadas, o que é diferente de fazer com humor. Ou coisas engraçadinhas, aquelas matérias que fecham jornal, com uma musiquinha e tal. O "CQC", por exemplo, é um programa que, para cada um daqueles animaizinhos que aparecem na frente da câmera, existem três jornalistas que produzem, pautam, investigam, checam os dados. Agora, temos sempre um humorista de ponta, profissional. Temos um elenco de grandes humoristas. Acredito que é aí que seja o diferencial. A gente trata o humor com muita seriedade. O humor, acredito, é talvez a forma mais eficiente de comunicação. Quando você trata de jornalismo com humor, você consegue ampliar sua base de telespectadores. Isso aconteceu com o "CQC". Temos crianças e adolescentes que nos escrevem dizendo que não tinham nenhum interesse no noticiário, principalmente o político, e agora passaram a ler jornais por causa do "CQC". É uma coisa interessante. Penso que há uma enorme janela de oportunidades para essa geração, que é muito crítica, muito ligada às redes sociais, para conversar com eles de outra maneira, principalmente sobre política e cidadania, que são assuntos às vezes tratados com muito conservadorismo.
A mistura entre um comunicador, você, com humoristas profissionais para fazer jornalismo foi algo intencional quando levou o "CQC" ao ar? Totalmente intencional. É a chave do programa, o segredo. É a única característica que nos diferencia de um telejornal ou até mesmo de uma atração de humor. O nosso programa procura tratar com igual profissionalismo, cuidado, carinho, o humor e o jornalismo. Por isso que vivemos em uma zona bastante perigosa. Estamos sempre passando muito perto do abismo. E muitas vezes nós caímos nele, fazemos a curva muito próxima ao gargarejo. Porque essa é a graça do humor, você correr riscos. Coisa que o jornalismo não pode correr.
E para 2010? Vocês já estão bolando algo novo para a próxima temporada, como formato, novidades.... Já estamos estudando várias novidades, mas que não posso adiantar. Até mesmo porque a concorrência anda nos copiando muito. Mas o que posso dizer é que já estamos trabalhando com Copa do Mundo de uma maneira muito avançada. Temos duas equipes que já embarcaram para a África do Sul. Estamos enviando o Felipe Andreolli e o Rafael Cortez. E vamos, ainda neste ano, fazer um especial da Copa.
Falando em emissora, a Band permite total liberdade a você e ao programa? Já sofreram algum tipo de pressão para retirar material? Vou contar um segredo. Não existe liberdade total em lugar nenhum, nem dentro da sua casa. Se você fizer muita bobagem, a sua namorada pode te dar um pé na bunda. Em qualquer veículo de comunicação, estamos sempre discutindo limites. O que acontece na Band é que a emissora teve a inteligência e sabedoria para entender o "CQC". Então, a Band sabe que o programa depende de uma liberdade mais ampla do que muitos outros tipos de programas da casa ou até mesmo dos telejornais da emissora.
Na sua carreira, você tem realizado muitas palestras a universitários. Esse contato com os jovens te agrada? Não só me agrada, como diria que é fundamental para mim. São palestras mesmo, onde me preparo, estudo, são assuntos que venho pesquisando há pelo menos 20 anos. Coisas que estudei no meu curso de pós-graduação em novas mídias que fiz nos Estados Unidos em 1988. Ou seja, tem mais de duas décadas que estou metido nesses assuntos.
E sobre a TV brasileira? Como você enxerga o momento atual, com a repetição de fórmulas e a falta de criatividade? Para mim, a única coisa é que a ousadia da TV brasileira não está à altura da ousadia do telespectador brasileiro. Essa é a grande questão. Nós somos uma prova viva disso que estou falando, porque é um projeto muito ousado, que tem um relativo sucesso. O último projeto ousado era de cinco anos que foi o "Pânico", também muito ousado. E antes do "Pânico", tem o "Casseta & Planeta", que você pode colocar mais uns dez anos. Quer dizer, eu não entendo por que a TV brasileira não percebe uma coisa tão óbvia: o público brasileiro tem interesse em irreverência. E não penso que não sabe explorar, mas, sim, falta ter a coragem. Você precisa ter coragem porque vai correr um risco. Você não vai simplesmente fazer uma novela mexicana e ter um sucesso relativo, coisa que muita emissora faz.
O repórter do programa CQC, conhecido como Pequeno Poney, revelou ser uma pessoa tranquila e com os pés no chão em entrevista exclusiva ao BOM DIA
Ele se define da maneira mais original possível e com apenas duas palavras: Oscar Filho. O Brasil o conhece como um cara engraçado, bem-humorado, baixinho - os 1,68m de altura rendeu o apelido de "Pequeno Pônei" - e repórter “tchuco-thuco” do "CQC" (descrição do apresentador Marcelo Tas).
A definição singela do ator, humorista e repórter revela um lado que poucos conhecem: o de um cara humilde e tranquilo. Fama por trabalhar em um dos programas mais assistidos atualmente ele tem. Como isso mudou sua vida? “Eu engordei cinco quilos”, responde, durante conversa por telefone com o BOM DIA. A explicação dos quilos a mais vem logo em seguida. “A gente termina uma matéria tarde da noite com fome e daí geralmente rola um lanche. A gente se alimenta muito mal no 'CQC'”.
Outro fruto do programa foi o apelido de “Pequeno Pônei”, colocado por Marcelo Tas. Brincadeira que Oscar leva numa boa. “É uma piada, é um apelido. Eu nunca recebi um apelido na minha vida. Essa foi a primeira vez e em rede nacional. Me ferrei, me ferrei”, diz em tom de humor. O apelido rendeu uma atenção maior das mulheres durante as entrevistas para o 'CQC'. “Ficou um pouco essa coisa de fofo. Ai, o fofo. Mas o que mais ouço é: você não é tão baixinho quanto eu achei”.
Baixinho ou não - ele diz que sua altura está na normalidade - Oscar vira um gigante quando está na tela da TV ou num palco apresentando seu stand-up “Putz Grill”. Foi por causa do trabalho como comediante que ele conseguiu ser chamado para fazer teste no 'CQC'. “Eu faço isso desde 2005 e daí coloquei um vídeo no YouTube e o diretor do programa viu isso lá na Argentina e resolveu vir para assistir o show ao vivo”, conta.
O resultado do teste todos já sabem. O menino que sonhava fazer teatro, isso aos 13 anos, passou a ter uma realidade diferente da que imaginava. “Eu acho muito louco. Tudo o que projetei para ser quando era adolescente, sou uma coisa completamente diferente hoje em dia”, revela. Mesmo assim, Oscar acha que seguiu o caminho correto. “Foi um caminho muito natural. Sempre fui o engraçadinho da turma e uma hora comecei a seguir isso como profissão”.
Apesar de estar sempre no meio das festas, Oscar diz ser uma pessoa tranquila. “O Tas às vezes apresenta o 'cara da balada' e o que não sou é isso. Sou muito tranquilo. Eu pago para não entrar numa balada”. Tranquilidade e bom humor, duas características da personalidade de Oscar. Questionado sobre o fato de seu humor ajudar na profissão responde: “Sim, imagina fazendo uma coisa mais crítica”, ri, com um certo sarcasmo, ao pensar em seu “lado sério”.
CQC concorre a melhor humorístico nos "Melhores e Piores de 2009 "
É CQC neles!! O CQC está concorrendo a mais um prêmio e desta vez, na categoria Bom Humor de 2009 no prêmio Melhores e Piores do IG! Contamos com o voto de vocês para que o programa da família brasileira ganhe mais um prêmio!! Então, corra agora e acesse o endereço abaixo:
Danilo Gentili ensina a copiar treabalho na internet
da Folha Online
O comediante, publicitário e cartunista Danilo Gentili, do programa "CQC", da Band, contabiliza uma expulsão, 12 suspensões e 78 assinaturas no "livro negro" durante sua conturbada vida escolar.
Com o objetivo de compartilhar com o público essas experiências politicamente incorretas, Gentili acaba de produzir o livro "Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola" (Panda Books, 2009), com lançamento previsto para 8 de dezembro, que oferece 23 lições para que o leitor se transforme em um baderneiro de mão-cheia
Os capítulos, cheios de ilustrações feitas pelo próprio comediante, ensinam a colar nas provas, chegar atrasado, criar uma doença convincente, colocar apelidos nos colegas, brigar, jogar a culpa no outro, espalhar fofoca e até a não ler livros.
Na lição nº 4, Gentili explica detalhadamente como copiar um trabalho da internet, e diz o que o aluno deve responder caso o professor desconfie de algo "familiar" no texto. Veja, abaixo, as dicas e as técnicas para ludibriar seu mestre e usar o ctrl C + ctrl V a seu favor.
"Plantão do TAS " estimula interesse pela informação
Notícias fictícias, mas que estimulam as crianças a se interessar por assuntos como meio ambiente, política e cidadania. Esta é a idéia de Plantão do Tas, telejornal que o Cartoon Network estréia no dia 31 de janeiro, às 19h.
Apresentado por Marcelo Tas, a atração terá manchetes curiosas, como o maior anão do mundo, que está com dificuldades de encontrar emprego no circo por causa da estatura; e o lançamento da polêmica autobiografia do Lobo Mau, na qual ele conta que tem asma desde pequeno e jamais poderia ter soprado as casas dos três porquinhos.
Plantão do Tas contará com a participação dos repórteres Iolanda Violeta e Hugo Mascarenhas, interpretados pelos atores Gabriella Mustafá (11 anos) e Marcos Felipe Oliveira (13 anos).
A primeira temporada do telejornal fictício terá 30 episódios. A produção é realizada pela Cuatro Cabezas, responsável pelo CQC. Na estréia, Plantão do Tas exibirá uma paródia das retrospectivas de final de ano.
Depois de eliminar 28 mil concorrentes e conquistar a vaga de oitava integrante do humorístico da Band, CQC, Monica Iozzi vive um momento de incerteza profissional. O contrato da repórter com o programa termina em dezembro e ela ainda não foi chamada para conversar sobre a renovação.
“Por enquanto, sei que fico até o fim do ano. Existe um aceno do programa para que eu permaneça, mas nada foi formalizado”, diz. Em janeiro, Mônica viaja para a Austrália. A intenção é aperfeiçoar o inglês e ainda fazer cursos de teatro e cinema. “O ‘ CQC’ entra em férias e a gente volta no comecinho de março. Isso se eu voltar, né?”, observa a moça, que entrou no programa em outubro.
Monica sabe de suas deficiências em relação aos outros sete integrantes da turma, que estão familiarizados com a função de repórter de TV. “Sei que ainda não estou no nível dos meninos, mas me esforço para chegar lá. Ficar no programa é meu foco agora”, avisa. A oitava CQC é atriz, formda pela Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp.
A oitava CQC já passou por algumas intempéries durante as reportagens. Durante uma festa de uma famosa revista, Monica saiu da produtora com uma lista de celebridades para entrevistar. Quando chegou lá, viu que boa parte das pessoas que estavam programadas simplesmente não apareceram. E, quem deu as caras, não quis falar com ela. Monica teve também um entrevero com Flora Gil, mulher do cantor e político Gilberto Gil.
“Ela não queria que o Gil falasse com a gente”, conta. Só que, dessa vez, deu tudo certo no final das contas e ela saiu do show com a entrevista. Mônica diz que fazer parte do “CQC” não é simples. “Às vezes, tenho 30 segundos para driblar um segurança e fazer uma pergunta genial para alguém. Isso é muito difícil e eu estou aprendendo ainda”, admite.
Mas nem tudo é pedreira na vida da repórter. Dia desses, ela ganhou três beijinhos – no rosto – do compositor Chico Buarque. Por conta do feito, Monica viu seu twitter ser bombardeado por recados do público feminino. “Eu disse que estava representando todas as mulheres do Brasil e pedi um beijo. Ele deu dois. Eu pedi mais um e ele deu”, rememora.
O fato deixou Monica paralisada. Um produtor foi quem a trouxe de volta à realidade. “Chico parou e ficou me olhando. Eu pensava: ‘Chico Buarque está olhando pra mim’. Aí, o produtor disse: ‘vai lá!’ Eu tinha esquecido por alguns segundos que eu estava ali”, diverte-se.
A vida de Monica mudou pouco com a fama. Por aparecer na TV sempre de terno, ela quase não é reconhecida nas ruas. E, quando alguém lembra que ela faz parte do “CQC”, esquece seu nome. “Escutei duas senhoras falando num shopping: ‘Aquela não é a coisa Iozzi’”, ri. Mas quando coloca o figurino do programa… “Estou vivendo um momento Superman da minha vida. Quando estou de vestidinho, sou o Clark Kent. Com o terninho, viro o Superman”, brinca.
A beleza da moça fica mais evidente quando está sem o figurino do programa. Mesmo assim, ela afirma não acreditar que sua beleza tenha ajudado a derrotar os 28 mil inscritos no concurso para a escolha do oitavo integrante da produção. “Eu gosto de mim, mas bonita mesmo é a Letícia Sabatella”, garante Monica, que tem 1,74 m e pesa 61 kg.
Livro de Marcelo Tas sobre Lula entra na lista dos mais vendidos
O livro "Nunca Antes na História Deste País", no qual Marcelo Tas reúne frases famosas do presidente Lula, entrou para a lista dos mais vendidos na categoria não ficção.
No ranking divulgado neste sábado (21) pelo caderno Ilustrada, da Folha de S.Paulo, o título aparece em terceiro lugar, só atrás de "Mentes Perigosas" (segundo lugar) e "Honoráveis Bandidos" (campeão de vendas).
CQC vai ao ar até dia 28 de dezembro ,programa entra de férias e só volta em março
O "CQC", da Band, vai entrar de férias. O último programa do humorístico vai ao ar no dia 28 de dezembro e, depois, só volta em março de 2010. O repórter Oscar Filho, ou "pequeno pônei", como é chamado por Marcelo Tas, já tem planos para janeiro e fevereiro. "Vou pegar todo o dinheiro que ganhei neste ano e comprar uma Brasília, sonhar que eu estou andando de bermuda nas Bermudas e ficar de férias do 'CQC'", brinca. No lugar da produção a Band ainda não confirma qual programa vai entrar no horário. Exceto na primeira semana de janeiro quando a emissora exibe a minissérie "Tsunami", produzida pela HBO.
CQTESTE:Geisy é a participante desta segunda-feira
Veja os destaques do CQC desta semana: Rafa no Botafogo x São Paulo e Felipe no Flamengo x Goiás Na reta final do Brasileirão o CQC faz jornada dupla e vai cobrir os dois jogos mais importantes do final de semana. Felipe no Prêmio Qualidade Felipe foi ao Rio pra receber mais um prêmio para o CQC. Numa festa cheia de globais o CQC foi o único premiado que não pertencia a "poderosa". Rafa no Festival de Brasília Rafa foi na abertura do festival acompanhar a estréia oficial do filme do Lula, um evento pomposo cheio de políticos que teve a presença de Dona Marisa que deu uma palavrinha exclusiva para o CQC. Rafa com Cristina Kirchner A presidenta da Argentina volta ao Brasil pra tentar melhorar as relações comerciais entre os dois países. Mas quem ela encontra em Brasília é um Rafael Cortes cheio de amor pra dar. "CQTeste "Geisy da Uniban" O CQTeste dessa semana traz uma anônima que virou celebridade instantânea. Geisy da Uniban topou encarar Rafa Cortez pra provar que não chama atenção somente por suas pernas.
Afastada das transmissões das Copas do Mundo de Futebol há 12 anos, a Band parece que quer voltar aos campos em grande estilo. Para isso, escalou repórteres do CQC, programa de maior audiência da casa, para ir à África do Sul e desvendar os mistérios do país sede do campeonato.
Segundo publicado pela coluna Outro Canal, do jornal Folha de S. Paulo, o material gravado vai se transformar em um programa especial. Portanto, na segunda semana de dezembro, a emissora exibirá duas edições do CQC. Uma será nos moldes tradicionais, na segunda-feira (dia 7). Outra, com as reportagens da África do Sul, irá ao ar na quinta-feira (dia 10).
"Eu vou levar o Rafael comigo para dar lições de futebol a ele. Dizer que são 11 de cada lado, que o de preto é o juiz. Porque, o Rafael, se você jogar a bola, ele pega com a mão", brinca o jornalista Felipe Andreoli, 29 anos, sobre o colega de viagem, o humorista Rafael Cortez.
Ao total serão visitadas pelos meninos do CQC cerca de nove cidades do país.
"Caminho das Índias", da Rede Globo, foi a garnde vencedora do Prêmio Arte Qualidade Brasil 2009, que aconteceu na noite dessa segunda-feira, dia 16, no Rio de Janeiro.
Bruno Gagliasso, que interpretou o esquizofrênico Tarso na novela, também foi premiado, Priscilla Marinho, que viveu a empregada Sheila, além de Juliana Paes e Dira Paes como a romântica Maya e a espevitada Norminha.
Em uma premiação dominada pela Rede Globo, o programa CQC, da Band, foi escolhido como o melhor humorístico da TV.
Outros destaques da televisão foram a minissérie Maysa e o seriado Aline, também da Rede Globo.
Na categoria teatro, Edson Celulari, Marília Pêra, Denise Fraga e Cássia Kiss saíram vencedores.
Confira a lista completa dos vencedores:
Televisão
Melhor Novela: Caminho das Índias, da Globo Melhor Ator: Rodrigo Lombardi, por Caminho das Índias Melhor Atriz: Juliana Paes por Caminho das Índias Melhor Ator Coadjuvante: Bruno Gagliasso, por Caminho das Índias Melhor Atriz Coadjuvante: Dira Paes, por Caminho das Índias Ator Revelação: Fábio Lago, o Fabiano de Caras & Bocas Atriz Revelação: Priscilla Marinho, a Sheila de Caminho das Índias Melhor Autor: Glória Perez, por Caminho das Índias Melhor Direção: Marcos Schechtman, por Caminho das Índias Melhor Série ou Minissérie: Maysa - Quando Fala o Coração, da Globo Melhor Ator de Série ou Minissérie: Felipe Camargo, por Som e Fúria Melhor Atriz de Série ou Minissérie: Larissa Maciel, por Maysa Melhor Ator Coadjuvante de Série ou Minissérie: Mateus Solano, por Maysa Melhor Ariz Coadjuvante de Série ou Minissérie: Cecília Homen de Melo, por Som e Fúria Melhor Seriado ou Projeto Especial: Aline, da Globo Melhor Ator de Seriado ou Projeto Especial: Lazaro Ramos, por Ó Paí, Ó Melhor Atriz de Seriado ou Projeto Especial: Julia Lemmertz, por Tudo Novo de Novo Melhor Humorístico: CQC, da Band Melhor Ator de Humorístico: Pedro Cardoso, por A Grande Família Melhor Atriz de Humorístico: Marisa Orth, por Toma Lá, Dá Cá Melhor Telejornal: Jornal Nacional Melhor Apresentador de Telejornal: Willian Bonner e Fátima Bernardes, do Jornal Nacional Melhor Programa Feminino: Mais Você, da Globo Melhor Reality Show: Big Brother Brasil
Teatro
Melhor Espetáculo Teatral Comédia: A Alma Boa de Setsuan Melhor Atriz Teatral Comédia: Denise Fraga, por A Alma Boa de Setsuan Melhor Ator Teatral Comédia: José Wilker, por A Cabra ou Quem é Sylvia? Melhor Espetáculo Teatral Drama: Hamlet e O Zoológico de Vidro Melhor Ator Teatral Drama: Wagner Moura, por Hamlet Melhor Atriz Teatral Drama: Cássia Kiss, por O Zoológico de Vidro Melhor Espetáculo Teatral Musical: O Despertar da Primavera Melhor Ator de Musical: Edson Celulari, por Hairspray Melhor Atriz de Musical: Marília Pêra, por Gloriosa
postado por :Amanda.s
CQC é eleito o melhor programa de humor da TV brasileira